Neonicotinoides, pesticidas que matam abelhas, também afetam aves, alerta estudo

    Já suspeitos de matar abelhas, os chamados pesticidas neonicotinoides - ou neônicos - também afetam populações de aves, possivelmente eliminando os insetos dos quais se alimentam, revelou um estudo publicado na Holanda esta quarta-feira. Matéria da AFP, no UOL Notícias. O novo artigo é publicado depois que um painel internacional de 29 especialistas revelou que aves, borboletas, minhocas e peixes estavam sendo afetados por inseticidas neonicotinoides, embora detalhes desse impacto sejam

Inseticidas Neonicotinoides: que são e como podem afetar você, por George Monbiot

    Aprovados apressadamente, novos agrotóxicos são devastadores para abelhas — mas podem contaminar milhares de outras espécies e água que bebemos  Por George Monbiot | Tradução: Inês Castilho, no site Outras Palavras Só agora, quando os neonicotinoides já são os inseticidas mais usados no mundo, é que estamos começando a compreender a extensão dos impactos ambientais que causam. Assim como a fabricante do DDT, as corporações que produzem essas toxinas alegaram que eram

UE proibirá três inseticidas neonicotinoides. Grande vitória pelas abelhas! por Ricken Patel

    Cara comunidade da Avaaz, Conseguimos -- a Europa acabou de votar uma proibição aos pesticidas de abelhas! Grandes empresas como a Bayer lutaram com toda força contra a proposta, mas o poder popular, a ciência e a boa governança foi mais forte!! Vanessa Amaral-Rogers, da organização especializada em conservação, Buglife, disse: "Foi um voto apertado, mas graças à enorme mobilização dos membros da Avaaz, criadores de abelhas e outros grupos, nós vencemos! Não

UE proibirá três inseticidas neonicotinoides mortais para as abelhas durante dois anos

    Três inseticidas mortais para as abelhas estarão proibidos na União Europeia (UE) durante dois anos a partir de julho, anunciou nesta segunda-feira a Comissão Europeia após uma votação que demonstrou as fortes pressões da indústria e dos "lobbies" agrícolas. Matéria da AFP, no UOL Notícias. Quinze países, entre eles França e Alemanha, votaram a favor da proposta de proibição apresentada pela Comissão Europeia. Oito países, entre eles Reino Unido, Itália e

Estudo mostra que pesticidas neonicotinoides e organofosfatos afetam o cérebro das abelhas

    Pesticidas usados por fazendeiros para proteger cultivos e colmeias podem embaralhar os circuitos cerebrais das abelhas melíferas (produtoras de mel), afetando sua memória e sua capacidade de navegação, necessárias para encontrar comida, alertaram cientistas nesta quarta-feira. Matéria da AFP, no Yahoo Notícias, com informações adicionais do EcoDebate. Segundo artigo [Cholinergic pesticides cause mushroom body neuronal inactivation in honeybees] publicado na revista científica Nature Communications, isso poderia ameaçar colônias de abelhas inteiras,

agrotóxicos neonicotinóides: A Bayer continua matando abelhas em todo o planeta

  Enquanto a companhia alemã Bayer continuar fabricando e vendendo agrotóxicos neonicotinóides, populações de abelhas no mundo todo serão mortas. A reportagem é publicada pelo sítio Pratos Limpos, 23-12-2012. É responsabilidade da Bayer o fenômeno conhecido como transtorno do colapso de colônias (CCD) – problema da mortalidade de colônias de abelhas – e está inserido entre os casos que serão apresentados de 3 a 6 de dezembro, no Tribunal Permanente dos Povos (TPP),

Associação inglesa apela pela proibição de pesticidas neonicotinóides para evitar a morte de abelhas

Arte: Luciano Lobelcho, do Jornal Extra Classe, SINPRO/RS A Soil Association lançou um apelo ao governo inglês para que sejam proibidos os pesticidas relacionados à morte de abelhas ao redor do mundo. Os produtos químicos são amplamente utilizados na agricultura britânica, mas foram proibidos, como forma de precaução, em quatro outros países europeus. Por Henrique Cortez*, do Ecodebate. 4987

Itália proibe agrotóxicos neonicotinóides associados à morte de abelhas

Os neonicotinóides já estão proibidos em quatro países europeus. O "Ministero del Lavoro della Salute e delle Politiche Sociali" determinou a imediata suspensão da aplicação de diversos neonicotinóides no tratamento de sementes. Foram suspensos os produtos clothianidin, imidacloprid, fipronil ethiamethoxam. Em paralelo à proibição, o governo italiano iniciou um programa de avaliação e monitoramento das causas do recente colapso de colônias, matando milhões de abelhas. Por Henrique Cortez*, do EcoDebate. 4721

neonicotinóides: Agrotóxico vendido no Brasil pode levar à contaminação do mel

Arte: Luciano Lobelcho, do Jornal Extra Classe, SINPRO/RS O estado do Rio Grande do Sul, que acolheu a luta dos ecologistas contra os agrotóxicos nos anos 70, convive hoje com os mesmos problemas enfrentados naqueles tempos. Produtos proibidos ou suspeitos de provocar danos à saúde dos homens e do meio ambiente seguem sendo comercializados livremente no Brasil. É o caso de agrotóxicos à base de clotianidina, cuja utilização foi suspensa recentemente

Relatório da IPBES alerta para as consequências da extinção de polinizadores

  Por Karina Toledo, Agência FAPESP     Um número crescente de espécies de animais polinizadores está ameaçado de extinção em todo o mundo em decorrência de fatores como mudança no uso da terra, uso indiscriminado de pesticidas e alterações climáticas. Caso não sejam adotadas medidas para reverter o quadro, as consequências para a economia global, a produção de alimentos, o equilíbrio dos ecossistemas e a saúde e o bem-estar humanos poderão ser desastrosas. O alerta

O desafio de se comprovar na Justiça a intoxicação por agrotóxicos, por Graça Portela e Raíza Tourinho

    Comprovar que um óbito foi causado por um agrotóxico é um desafio. Enquanto algumas substâncias podem permanecer décadas no corpo humano (tais quais os organoclorados como o DDT, que é eliminado progressivamente pelas fezes, urina e leite materno), outras não ficam nem uma semana no organismo, o que não significa que não causam estragos. A pesquisadora do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh) da Escola Nacional

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