Governança ambiental e economia verde, Parte 5/6, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] JACOBI et al. (2012) questionam a pouca atenção dada à necessidade de controle social sobre os poderes econômicos e à necessidade de agir sobre a desigualdade e os padrões de produção e consumo não sustentáveis. O equilíbrio do sistema climático é modificado por razões antrópicas, a partir da emissão de gases de efeito estufa intensificada desde a Revolução Industrial e desde a segunda metade do Século XX com a explosão

Governança ambiental e economia verde, Parte 4/6, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] JACOBI et al. (2012) asseveram que também existem os encontros e eventos de articulação intelectual e política em que se dá visibilidade e continuidade às discussões sobre a gestão ambiental participativa. Essas formas educativas de engajamento na transversalidade dos grupos, dos interesses, dos movimentos sociais, culturais, na vida, são tessituras que flexibilizam e potencializam politicamente as estruturas rígidas de formação do sujeito e de seus grupos de pertencimento. Existem diferentes engenharias

Governança ambiental e economia verde, Parte 3/6, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] JACOBI et al. (2012) asseveram que todos estes procedimentos demandam fortalecimento da cooperação e inovação na negociação de conflitos entre múltiplos atores, enfatizando práticas participativas e coordenação entre políticas públicas e atores da sociedade civil. Como já se disse aqui, quando se observa um bem-intencionado e zeloso policial rodoviário perdido entre populações vulnerabilizadas procurando defender interesses entre barricadas de fechamento de estradas, se entende o quanto o estado brasileiro está

Governança ambiental e economia verde, Parte 2/6, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] JACOBI et al. (2012) asseveram que as aceleradas mudanças no plano social, econômico, tecnológico e ambiental desafiam cada vez mais as estruturas tradicionais dos governos. Que se entende por governança ambiental. Não é pretensão cristalizar uma conceituação completa e inquestionável, até mesmo porque esta situação não existiria. Governança transcende a assistencialismo social. Conceito transposto da área empresarial, neste contexto significa mediar de forma sistêmica, os interesses envolvidos de todas as partes

Governança ambiental e economia verde, Parte 1/6, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] JACOBI et al. (2012) avaliam a Conferência Rio+20 que mobilizou a comunidade global para participar de um desafiador debate sobre a realidade ambiental global e “modus operandi” existente quanto à temática ampla e genérica do desenvolvimento e do ambiente. De novo não se discutiu um novo arranjo socioambiental. Enquanto não se discutirem concepções, não adianta estabelecer meramente instrumentos. Um dos temas estruturantes desta reunião foi a transição para uma economia verde

Trabalho e meio ambiente, Parte 5/5 (Final), artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] TAYRA (2002) cita que a substituição de homens por máquinas é conhecida como a tendência ao crescimento da composição orgânica do capital. Por esta tendência, enquanto uma empresa melhorava o capital fixo e deslocava operários, outras surgiam, absorvendo de alguma forma o pessoal excedente das primeiras. Para cada grande revolução tecnológica este movimento de deslocamento e absorção se alterava, em favor do deslocamento e em detrimento das novas absorções. Com a

Trabalho e meio ambiente, Parte 4/5, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] TAYRA (2002) determina que os pontos centrais do conceito de desenvolvimento sustentável elaborados pela CMMAD e contidos no relatório Nosso Futuro Comum (WCED, 1991) e que se tornaram a linha mestra da Agenda 21, são: "tipos de desenvolvimento capazes de manter o progresso humano não apenas em alguns lugares e por alguns anos, mas em todo o planeta e até um futuro longínquo. Assim, o "desenvolvimento sustentável" é um objetivo

Trabalho e meio ambiente, Parte 3/5, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] TAYRA (2002) relata que na década de 80, com os desastres ambientais de Bhopal na Índia, em 1984 e Chernobyl na União Soviética, em 1986, sendo o primeiro um vazamento numa fábrica de pesticidas e o segundo uma explosão de um reator nuclear, a questão passou a alcançar também o grande público aumentando a conscientização ambiental na Europa, e nos Estados Unidos. Todas essas grandes tragédias foram amplamente noticiadas na

Trabalho e meio ambiente, Parte 2/5, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] TAYRA (2002) manifesta que a população dos países em desenvolvimento é hoje quatro vezes maior que a dos países industrializados e a maioria desta população vive em condições de pobreza. O crescimento econômico é a solução que a maioria dos economistas e políticos propõem para gerar uma maior prosperidade e igualdade nas diferentes regiões do planeta. Mas o problema disso é que o processo de crescimento econômico mundial nas últimas décadas

Trabalho e meio ambiente, Parte 1/5, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] TAYRA (2002) descreve que a percepção de que a atividade econômica cada vez mais gera todo tipo de poluição e depósitos de resíduos no meio ambiente fez com que no início da década de 70 do século XX, surgisse a tese do "Crescimento Zero", que correlacionava diretamente crescimento econômico a degradação ambiental. Mais recentemente, na década de 80, surgiu o conceito do Desenvolvimento Sustentável, que visa conciliar crescimento econômico com

Novo desenvolvimentismo, parte 3/3 (Final), artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] OREIRO (2012) assevera que um regime de política macroeconômica ideal para os países em desenvolvimento deve ser capaz de conciliar a obtenção de uma taxa de inflação relativamente baixa e estável com uma taxa real de câmbio competitiva e relativamente estável ao longo do tempo. E uma taxa real de juros significativamente inferior à taxa de retorno do capital, um déficit público ciclicamente ajustado próximo de zero, e um crescimento

Novo desenvolvimentismo, parte 2/3, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] OREIRO (2012) explica que a taxa de crescimento de longo prazo do nível de renda e produção será uma média ponderada entre a taxa de crescimento das exportações e a taxa de crescimento dos gastos do governo. Dada a distribuição funcional de renda, a taxa de crescimento de longo prazo numa economia em desenvolvimento, que não dispõe de uma moeda aceita como reserva de valor internacional, é determinada pela taxa

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