Roberto Naime | Portal EcoDebate

Novo desenvolvimentismo, parte 2/3, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] OREIRO (2012) explica que a taxa de crescimento de longo prazo do nível de renda e produção será uma média ponderada entre a taxa de crescimento das exportações e a taxa de crescimento dos gastos do governo. Dada a distribuição funcional de renda, a taxa de crescimento de longo prazo numa economia em desenvolvimento, que não dispõe de uma moeda aceita como reserva de valor internacional, é determinada pela taxa

Novo desenvolvimentismo, parte 1/3, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] OREIRO (2012) destaca os fundamentos teóricos do novo-desenvolvimentismo, em particular a concepção subjacente a respeito da natureza do crescimento econômico de longo prazo e o papel que a política macroeconômica tem na promoção dessa estratégia de "alcançamento". O novo-desenvolvimentismo é um conceito desenvolvido no Brasil a partir dos trabalhos de BRESSER-PEREIRA (2006), sendo definido como um conjunto de propostas de reformas institucionais e de políticas econômicas, por meio das quais

Crise civilizatória e sociologia ambiental, Parte 6/6 (Final), artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] BORINELLI (2007) afirma que alguns estudos têm dado importante ajuda para a compreensão das relações entre as instituições políticas e econômicas e a crise ambiental, como é o caso de HAY (1994), DRYZEK (1992), BENTON (1994) e GOLDBLATT (1996). Para este último, por exemplo, uma avaliação mais sistemática de como a política nas sociedades está relacionada com a degradação ambiental deve incluir a relação entre as políticas democráticas e as

Crise civilizatória e sociologia ambiental, Parte 5/6, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] BORINELLI (2007) manifesta que a teoria sociológica ambiental norte-americana deu pouca atenção aos processos de melhoramento ambiental e desenvolveu uma visão reducionista do papel das instituições políticas (BUTTEL, 2000). Por outro lado, ao tentar remediar estes limites, as teorias derivadas da “modernização reflexiva” avançaram no campo da compreensão teórica e prática para o melhoramento ambiental, deixando à mostra seus maiores limites e fonte de críticas. A modernização reflexiva costuma contrastar o

Crise civilizatória e sociologia ambiental, Parte 4/6, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] BORINELLI (2007) afirma que é neste cenário que a sociedade de risco toma forma. A sociologia tradicional, tanto na sua versão marxista como na funcionalista, segundo Beck, está comprometida em seus fundamentos com o consenso em torno da modernidade simples. A racionalidade teleológica da mudança social não considera as consequências não desejadas tais como riscos, perigos, individualização e globalização, “o que não é tido em conta passa a acumular-se favorecendo

Crise civilizatória e sociologia ambiental, Parte 3/6, artigo de Roberto Naime

[EcoDebate] BORINELLI (2007) destaca que a modernização reflexiva em suas duas vertentes, sociedade de risco e a modernização ecológica, apesar de certas divergências quanto a aplicação do conceito de modernização reflexiva, concorda em, pelo menos, duas premissas. Escolhas humanas e institucionais não estão determinadas estruturalmente, mas sim sistemicamente. A modernização progressiva das sociedades pode solucionar os problemas ambientais (BUTTEL, 2000). A adesão às promessas da modernização reflexiva na reversão da crise ambiental,

Crise civilizatória e sociologia ambiental, Parte 2/6, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] BORINELLI (2007) indica que embora tenham em comum o fato de privilegiarem uma avaliação materialista das inclinações das instituições para a degradação ambiental nas sociedades modernas. Contrapondo-se às abordagens da sociologia clássica que relegaram a um segundo plano os fatores ambientais na explicação da vida social, se diverge quanto às concepções de processos institucionais que geram a degradação ambiental. A crítica cultural encontrada em DUNLAP (1997) se dirige ao modo geral

Crise civilizatória e sociologia ambiental, Parte 1/6, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] BORINELLI (2007) destaca que desde os anos 70 do século passado, a sociologia ambiental vem procurando relacionar as causas da degradação e da crise ambiental com a estrutura institucional vigente nas sociedades ocidentais. As vertentes norte-americanas e da modernização reflexiva da sociologia ambiental são analisadas. Apesar das relativas diferenças na identificação das instituições responsáveis pela crise ambiental de cultura de consumo, economia, Estado e ciência e tecnologia. E na crença de

Vigilância aos agrotóxicos, Parte 3/3 (Final), artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] PIGNATI et. al. (2014), registra que esta estratégia de se analisar a produção agropecuária, o uso de agrotóxicos e seus efeitos na saúde-ambiente, contribuirá para a produção de informações que subsidiarão estratégicas de precaução de impactos e de prevenção nas ações de vigilância em saúde. Tanto em saúde do trabalhador, como ambiental, sanitária e epidemiológica e colaborarão na reflexão do modelo de desenvolvimento executado no Brasil pelos Governos e empreendedores

Vigilância aos agrotóxicos, Parte 2/3, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] PIGNATI et. al. (2014) detalha que o consumo de agrotóxicos por hectare de lavoura de soja tem variado de 7,5 a 16,8 litros, sendo que na lavoura de milho variou de 3,0 a 9,6 litros por hectare e para o cultivo de cana-de-açúcar varia de 3,7 a 7,6 litros por hectare e na cultura de algodão, o consumo variou de 17,5 a 44,9 litros por hectare. Isto se deve a

Vigilância aos agrotóxicos, Parte 1/3, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] PIGNATI et. al. (2014) narra que como estratégia da vigilância em saúde do trabalhador, população e ambiente, analisaram as quantidades, os tipos e a toxicidade de agrotóxicos usados por hectare nas lavouras mato-grossenses para servir de apoio às vigilâncias dos municípios brasileiros. Mato Grosso foi o maior consumidor de agrotóxicos. Utilizaram-se dados do banco informatizado do Instituto de Defesa Agropecuário que registra nas notas fiscais de venda e local de

Vulnerabilidade Social e Injustiça Ambiental, Parte 6/6 (Final), artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] RANGEL (2015) denota que o fenômeno de industrialização, em especial atividades mineradoras e petrolíferas, nos pequenos e médios centros urbanos têm apresentado um discurso pautado no desenvolvimento. Trata-se, com efeito, de uma panaceia, na qual a possibilidade de injeção de capital na realidade local, proveniente da ampliação do aumento de arrecadação de tributos, tal como a disfarçada promessa de geração de postos de emprego e dinamização da economia, tem afigurado

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