Aquecimento global e ondas mortais de calor, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O mundo está ficando mais quente, mas umas áreas esquentarão mais do que outras e as ondas de calor ficarão mais frequentes e mais letais. O Brasil vai ser um dos países mais afetados pelas ondas mortais de calor que devem se espalhar pelo globo ao longo do século XXI, ainda que se atinja a meta do Acordo de Paris de manter o aquecimento global abaixo do patamar de

Catástrofe climática: a Terra inóspita e inabitável, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“Para cada mil pessoas dedicadas a cortar as folhas do mal, há apenas uma atacando as raízes.” Henry Thoreau [EcoDebate] A revista New York Magazine (NYMag) publicou, no dia 09/07/2017, uma matéria denominada “The Uninhabitable Earth” - pintando no pior cenário, um Armagedon climático - que se tornou viral e foi comentada amplamente em diversos países e passou a ser o artigo mais lido da revista (ver o link no final desse artigo).

‘Qualquer lugar é melhor que a Venezuela’, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Uma cidadã e migrante venezuelana que se refugiou em Boa Vista, Roraima, agora em 2017, chamada Yosleidis, disse a frase que dá título a esse artigo: “Qualquer lugar é melhor do que a Venezuela”. Yosleidis não deixa de ter razão, pois seus sentimentos são reforçados pelos dados do FMI. O gráfico acima mostra o que aconteceu com a renda per capita, em poder de paridade de compra (ppp), da Venezuela.

Brasil só não está pior do que a Venezuela, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O Brasil é o maior país em extensão e em população da América Latina e Caribe (ALC). É também a maior economia da região. O que acontece no país acaba influenciando a média do continente. Entre 1980 e 2014 o Brasil tinha uma renda per capita superior à da ALC e superior à da média mundial, mas inferior à da Venezuela (país riquíssimo em reservas de petróleo). Em 1980, a

Robôs, Revolução 4.0 e Renda Básica de Cidadania, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “A maioria das pessoas vivem vidas de silencioso desespero” Ducentésimo aniversário de nascimento de Henry Thoreau (12/07/1817)     [EcoDebate] Tem crescido o número de pessoas, dos mais diferentes espectros (de direita e de esquerda), que acreditam na ideia de que estamos passando por uma grande revolução tecnológica (Revolução 4.0) que vai elevar exponencialmente a produtividade da economia, que os robôs vão dispensar o emprego produtivo humano (ou reduzir significativamente a jornada de

Dia mundial de população e as novas projeções demográficas da ONU, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“Demografia não é destino”     [EcoDebate] O Homo Sapiens surgiu há cerca de 200 mil anos e foi se expandindo lentamente pelo globo, ao longo dos milênios. A população mundial estava em torno de 200 milhões de pessoas no ano 1 da Era Cristã. Chegou próximo a 500 milhões em 1500, a 1 bilhão de habitantes em torno de 1804 e 2 bilhões em torno de 1927. Portanto, a população gastou mais

As dez maiores economias do mundo, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  "O Mediterrâneo é o oceano do passado. O Atlântico é o oceano do presente, e o Pacífico, o oceano do futuro” John Hay, secretário de Estado dos EUA, em 1900     [EcoDebate] Entre as dez maiores economias do mundo, sete estão perdendo participação no PIB mundial e três estão ganhando participação, segundo dados do FMI, em poder de paridade de compra (ppp). Os Estados Unidos (EUA) são os maiores perdedores, pois representavam

Duzentos anos do nascimento de Henry Thoreau, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “O governo, mesmo no seu melhor estado, não é mais que um mal necessário e, em seu pior estado, é um mal intolerável” Thomas Paine (O senso comum, 1776)     [EcoDebate] No dia 12 de julho de 2017 o mundo vai comemorar os duzentos anos do nascimento de Henry David Thoreau (12/07/1817-06/05/1862), uma das figuras mais emblemáticas e inspiradoras do século XIX. De uma pequena, mas rica bibliografia, dois textos de Thoreau

A nova ordem mundial: o G7 é minoria no G20, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A cúpula do G20 que se reúne em Hamburgo, na Alemanha, nesse início de julho de 2017, trará não somente um confronto entre a anfitriã Angela Merkel e Donald Trump, mas também a presença de Xi Jinping e seu projeto “Um cinturão, uma rota”, o encontro Trump-Putin, além de uma agenda difícil e cheia de confrontos nas visões sobre a economia, os direitos humanos e as questões ambientais, como

As cinco cidades fluminenses com maior redução das filiações católicas, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] Por cerca de 500 anos, o Brasil e a América Latina conseguiram resistir ao avanço dos evangélicos, que se espalharam pelo mundo desde o início da Reforma Protestante de 1517. Porém, no século XXI, assim como outros países latino-americanos, o Brasil está passando por uma rápida transição religiosa, com declínio das filiações católicas e aumento das filiações evangélicas, além do aumento do percentual de outras religiões e do percentual

Dos limites do crescimento ao decrescimento da Pegada Ecológica, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Acreditar que o crescimento econômico exponencial pode continuar infinitamente num mundo finito é coisa de louco ou de economista” Kenneth Boulding (1910-1993)     [EcoDebate] A economia é um subsistema da ecologia. Desta forma, a Pegada Ecológica gerada pela economia não pode ser maior do que a biocapacidade fornecida pela ecologia. Para manter a sustentabilidade e garantir o adequado padrão de vida da humanidade, sem degradar as condições ambientais, a Pegada Ecológica, no

A França em marcha para a paridade de gênero na política, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  Ou nenhum indivíduo da espécie humana tem verdadeiros direitos, ou todos têm os mesmos; e aquele que vota contra os direitos do outro, seja qual for a sua religião, cor ou sexo, desde logo abjurou o seu próprio. Marquês de Condorcet (03/07/1790)     [EcoDebate] Ao contrário do Brasil que já elegeu e reelegeu uma mulher para a Presidência da República, a França nunca teve uma mulher no posto máximo do Poder Executivo.

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