A revisão 2019 das projeções populacionais da ONU para o século XXI, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] A Divisão de População da ONU disponibilizou, no dia 17 de junho de 2019, as novas projeções populacionais para todos os países, para as regiões e para o total mundial. A população mundial para 2019 foi estimada em 7,70 bilhões, devendo chegar a 7,79 bilhões em 2020 e a 8 bilhões de habitantes em 2023. Em decorrência das incertezas sobre o futuro, as projeções são apresentadas em três cenários,

O encolhimento e o empobrecimento relativo da América Latina, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] A América Latina e Caribe (ALC) ganhou destaque na economia mundial depois do processo de descolonização ocorrido na primeira metade do século XIX. O primeiro país a fazer a independência foi o Haiti. Depois veio o México. Simon Bolívar garantiu a independência da Venezuela e foi homenageado na independência da Bolívia. O Brasil foi o último (dos grandes) a fazer a independência, o último a acabar com a escravidão

Concentração de CO2 na atmosfera atinge novo recorde em maio de 2019, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] A concentração de CO2 na atmosfera atingiu novo recorde na semana de 12 a 18 de maio de 2019, com 415,39 partes por milhão (ppm), segundo dados da National Oceanic & Atmospheric Administration (NOAA). Devido às variações sazonais, sempre ocorre o pico em maio e o vale em setembro. O gráfico abaixo mostra o aumento ocorrido nos últimos anos e o ritmo da escalada é impressionante.   A concentração de

Pior recessão, pior recuperação e pior octênio (2012-1019) da história brasileira, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] O Brasil vive o seu pior período de recessão e recuperação dos últimos 120 anos. A retração do Produto Interno Bruto (PIB) entre os anos de 2014 a 2016 foi longa e profunda, mas pior tem sido a inédita a lenta recuperação, com a manutenção de altas taxas de desemprego e de subutilização da força de trabalho. O Gráfico abaixo, com base em texto do IBRE, de Borça Jr, Barboza

O mundo com mais idosos do que crianças pequenas a partir de 2019, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] O ano de 2019 é um marco no processo de envelhecimento da população global. Pela primeira vez na história, o número de idosos de 65 anos e mais de idade será superior ao número de crianças pequenas de 0 a 4 anos. Vale dizer, o mundo passa a ter mais “avós do que netos”. A mudança nas curvas acontece no corrente ano, mas vai se acentuar ao longo do século

Dois mil anos de crescimento demoeconômico global, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    Dois mil anos de crescimento demoeconômico global [EcoDebate] O crescimento da população e da economia nos últimos dois mil anos foi algo impressionante. Do ano 1 da Era Cristã até o ano 2000, a população mundial passou de cerca de 225 milhões de habitantes para 6 bilhões de habitantes e a renda per capita global passou de $ 467 para $ 6.055 (dólares internacionais em poder de paridade de compra –

O grande crescimento da Pegada Ecológica no mundo e nos continentes, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “A civilização é a multiplicação ilimitada de necessidades desnecessárias” Mark Twain     [EcoDebate] O mundo tinha superávit ambiental em 1961. A pegada ecológica total era de 7 bilhões de hectares globais (gha) para 9,6 bilhões de gha de biocapacidade. A pegada ecológica per capita era de 2,29 gha e a biocapacidade per capita de 3,13 gha, para uma população em torno de 3 bilhões de habitantes, em 1961. A figura acima, com dados sobre

A rápida transição da fecundidade na América Latina, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A taxa de fecundidade total (TFT) da América Latina e Caribe (ALC) caiu de cerca de 6 filhos antes de 1965, para 2 filhos no quinquênio 2015-20. Ou seja, passou de uma das maiores taxas do mundo para uma fecundidade abaixo do nível de reposição, em pouco mais de 50 anos. No mesmo período, a transição da fecundidade no Brasil foi ainda mais rápida e profunda, pois passou de

O bom para o desenvolvimento humano é ruim para a natureza, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O maior paradoxo dos tempos modernos é que o avanço da qualidade de vida humana tem ocorrido em função do recuo da qualidade da vida natural. As sociedades progridem e os ecossistemas regridem. Isto pode ser visto no gráfico acima. O impacto ambiental cresce na medida em que os diversos países avançam no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A Pegada Ecológica mede a quantidade de recursos naturais necessários para manter

Cresce a expectativa de pessoas sem filhos (childless) nos EUA, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A taxa de fecundidade dos Estados Unidos da América (EUA) vem caindo desde o início do século XIX e chegou abaixo do nível de reposição na década de 1970. Entretanto, houve uma recuperação nas décadas seguintes e a taxa de fecundidade total (TFT) ficou em torno de 2 filhos por mulher entre 1990 e 2008. Entre as nações ricas, os EUA eram o país que tinha uma TFT entre

A Organização de Cooperação de Shangai (OCS) versus o grupo BRICS, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

A Organização de Cooperação de Shangai (OCS) versus o grupo BRICS   [EcoDebate] A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China ameaça descambar em uma guerra tecnologia mais ampla e as recentes restrições contra a gigante Huawei mostram que a economia mundial vai ser afetada por este novo tipo de protecionismo. Com certeza este vai ser um tema da 14ª reunião de cúpula do G20, que ocorrerá entre os dias

As vantagens da fecundidade abaixo do nível de reposição, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “All our environmental problems become easier to solve with fewer people, and harder - and ultimately impossible - to solve with ever more people” David Attenborough   As vantagens da fecundidade abaixo do nível de reposição [EcoDebate] A taxa de fecundidade total (TFT) mede o número médio de filhos por mulher. Num quadro de baixa mortalidade, quando esta taxa fica acima de 2,1 filhos por mulher (no longo prazo), significa que há crescimento da população.

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