O lado sombrio da energia solar: escassez de insumos, lixo e poluição, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] O mundo está passando por uma transição da matriz energética, com declínio relativo dos combustíveis fósseis e aumento das energias renováveis. O futuro será das energias renováveis ou não haverá futuro, pois o carvão, o gás e o petróleo são recursos finitos. A energia solar fotovoltaica tem sido o destaque da nova matriz energética e deve ser a fonte com maior crescimento nas próximas décadas. Porém, nem tudo são

O triste legado Olímpico, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A realização da Copa do Mundo, das Olimpíadas e das Paraolimpíadas no Brasil foram vendidas como um sinal de prosperidade e de grandeza de um Brasil, potência emergente, que iria ensinar ao resto do mundo como fazer enormes megaeventos cheios de alegria e desconcentração, próprias de uma sociedade morena, tropical, cordial e em ascensão. Mas a realidade é bem diferente e qualquer pessoa minimamente informada sabe que esses megaeventos são

O Dia da Sobrecarga da Terra acontece cada vez mais cedo: 02/08/2017, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Uma pessoa é rica na proporção do número de coisas de que ela é capaz de abrir mão” Duzentos anos do nascimento de Henry Thoreau (1817-1862)   [EcoDebate] A cada ano, a humanidade esgota mais cedo a cota apropriada da riqueza natural do planeta. Com base em estatísticas oficiais de 150 países, a Global Footprint Network registra que entre o dia primeiro de janeiro e o segundo dia de agosto de 2017, os

A transição energética: da energia fóssil às renováveis, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “O futuro será das energias renováveis. Ou não haverá futuro”     [EcoDebate] A edição do relatório “Renewables Global Status Report (GSR)”, de 2017, da Renewable Energy Policy Network for the 21st Century (REN21) revela que o mundo está passando por uma transição energética e que deve se acelerar nos próximos anos. Esta transição é fundamental para superar a Era dos combustíveis fósseis e para dissociação das atividades econômicas e as as emissões

Transição dos carros de combustão interna para os veículos elétricos: uma mudança de época, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Nossas invenções são apenas brinquedos bonitinhos, que distraem nossa atenção das coisas sérias” Ducentésimo aniversário de nascimento de Henry Thoreau (12/07/1817)     [EcoDebate] A indústria automobilística não está passando simplesmente por uma época de mudanças, mas sim por uma mudança de época. A mudança da época do motor à combustão interna, com base nos combustíveis fósseis para a época dos carros elétricos, com base na energia renovável. A época dos carros elétricos

Os quatro anos mais quentes estão na atual década, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Na ausência de um ajuste significativo da maneira como bilhões de seres humanos vivem, partes da Terra provavelmente se tornarão próximas a inabitáveis e outras partes terrivelmente inóspitas, antes do final deste século” David Wallace-Wells (09/07/2017)     [EcoDebate] Apesar do frio que atingiu diversas regiões do Brasil e da América do Sul nos meses de junho e julho, o ano de 2017 deve ficar entre os quatro mais quentes da série histórica

Aquecimento global e ondas mortais de calor, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O mundo está ficando mais quente, mas umas áreas esquentarão mais do que outras e as ondas de calor ficarão mais frequentes e mais letais. O Brasil vai ser um dos países mais afetados pelas ondas mortais de calor que devem se espalhar pelo globo ao longo do século XXI, ainda que se atinja a meta do Acordo de Paris de manter o aquecimento global abaixo do patamar de

Catástrofe climática: a Terra inóspita e inabitável, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“Para cada mil pessoas dedicadas a cortar as folhas do mal, há apenas uma atacando as raízes.” Henry Thoreau [EcoDebate] A revista New York Magazine (NYMag) publicou, no dia 09/07/2017, uma matéria denominada “The Uninhabitable Earth” - pintando no pior cenário, um Armagedon climático - que se tornou viral e foi comentada amplamente em diversos países e passou a ser o artigo mais lido da revista (ver o link no final desse artigo).

‘Qualquer lugar é melhor que a Venezuela’, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Uma cidadã e migrante venezuelana que se refugiou em Boa Vista, Roraima, agora em 2017, chamada Yosleidis, disse a frase que dá título a esse artigo: “Qualquer lugar é melhor do que a Venezuela”. Yosleidis não deixa de ter razão, pois seus sentimentos são reforçados pelos dados do FMI. O gráfico acima mostra o que aconteceu com a renda per capita, em poder de paridade de compra (ppp), da Venezuela.

Brasil só não está pior do que a Venezuela, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O Brasil é o maior país em extensão e em população da América Latina e Caribe (ALC). É também a maior economia da região. O que acontece no país acaba influenciando a média do continente. Entre 1980 e 2014 o Brasil tinha uma renda per capita superior à da ALC e superior à da média mundial, mas inferior à da Venezuela (país riquíssimo em reservas de petróleo). Em 1980, a

Robôs, Revolução 4.0 e Renda Básica de Cidadania, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “A maioria das pessoas vivem vidas de silencioso desespero” Ducentésimo aniversário de nascimento de Henry Thoreau (12/07/1817)     [EcoDebate] Tem crescido o número de pessoas, dos mais diferentes espectros (de direita e de esquerda), que acreditam na ideia de que estamos passando por uma grande revolução tecnológica (Revolução 4.0) que vai elevar exponencialmente a produtividade da economia, que os robôs vão dispensar o emprego produtivo humano (ou reduzir significativamente a jornada de

Dia mundial de população e as novas projeções demográficas da ONU, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“Demografia não é destino”     [EcoDebate] O Homo Sapiens surgiu há cerca de 200 mil anos e foi se expandindo lentamente pelo globo, ao longo dos milênios. A população mundial estava em torno de 200 milhões de pessoas no ano 1 da Era Cristã. Chegou próximo a 500 milhões em 1500, a 1 bilhão de habitantes em torno de 1804 e 2 bilhões em torno de 1927. Portanto, a população gastou mais

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