Programa nuclear brasileiro nas mãos dos militares – A hora e a vez da bomba atômica tupiniquim? Artigo de Heitor Scalambrini Costa

  Historicamente a relação entre o uso da energia nuclear para fins energéticos e para fins militares é muito estreita. [EcoDebate] O Programa Nuclear Brasileiro surgiu durante a ditadura militar, e até hoje atende demandas de setores das forças armadas, fascinados pelo poder que a energia nuclear lhes traz, e com a justificativa da necessidade de proteção e de segurança das nossas fronteiras, e de nossas riquezas. No governo que tomará posse no

Modelo de expansão das eólicas gera danos sociais e ambientais, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] Muito tem sido dito sobre o papel das fontes renováveis de energia (solar, eólicas, hidrelétricas, biomassa) na solução para tornar a matriz energética mundial mais “limpa”, e de mitigar os impactos das mudanças climáticas globais. Todos os vários cenários sobre o futuro da energia no mundo, elaborados por entidades como a Agência Internacional de Energia (IEA, sigla em inglês), apontam para o aumento do uso das fontes renováveis. No Brasil

Quem quer a Eletrobrás privatizada, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] Parodiando recente artigo publicado no jornal Estado de São Paulo intitulado “Quem não quer a Eletrobras privatizada”, escrito pelo jornalista Celso Ming, resolvi escrever algumas linhas sobre o que considero um crime lesa-pátria, a venda da Eletrobras. Ao longo do referido texto, o jornalista, conhecido defensor do mercado, assevera sua crença no mercado como guardião da ética e da eficiência, ao defender a privatização da maior empresa do setor elétrico

Privatização do setor elétrico = Aumento das tarifas e demissões, artigo de Heitor Scalambrini Costa

  [EcoDebate] Entra ano, sai ano, e os aumentos nas contas de luz dos consumidores brasileiros aumentam escancaradamente acima da inflação. E é justificado, no jargão tecnocrata, como “necessário para manter o equilíbrio econômico financeiro dos contratos das distribuidoras”. O que significa no bom português “garantir lucros exorbitantes, extorsivos para as distribuidoras a custa do consumidor”. Um exemplo para ilustrar, dos muitos existentes pelo Brasil afora sobre este descalabro, aceito ainda passivamente

Usinas Eólicas: a bola da vez é Bonito/PE, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] O município de Bonito, no agreste pernambucano, situado a 136 km do Recife, foi recentemente manchete nacional, depois que sua administração anunciou o interesse de promover mudanças em sua política ambiental. Inspirada em iniciativas que estão acontecendo em vários países, propõe conceder aos recursos naturais, direitos jurídicos próprios reconhecidos na lei orgânica do município. Também chamada “Cidade das Águas” Bonito é conhecida pelas belas cachoeiras, e várias nascentes, constituindo destino

‘Negócios do vento’ no Nordeste brasileiro: caso a investigar, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] A geração de energia elétrica em larga escala, produzida a partir dos ventos, conhecida como energia eólica, tem crescido vertiginosamente no Nordeste brasileiro, o que significa ocupação crescente de grandes áreas para instalação dos aerogeradores, no bioma Caatinga, e em áreas costeiras. Em torno de 80% da capacidade instalada no país concentra-se no Nordeste. A energia eólica é uma das fontes renováveis que apresenta mais vantagens, e menos riscos ambientais

Energia eólica NÃO é limpa, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] Usualmente as fontes de energias renováveis solar e eólica são tratadas como fontes limpas. O que realmente significa adjetivar de limpas tais fontes energéticas? Limpa é o antônimo de suja, e as fontes sujas são bem conhecidas. São as fontes não renováveis como o petróleo e seus derivados, o carvão mineral e o gás natural. Constituem as maiores fontes emissores do gás carbônico, conhecido como gás que provoca o efeito

Ministros pela metade, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] O forte de Pernambuco não é oferecer bons ministros ao Ministério de Minas e Energia (para outros ministérios deixo você decidir). Nos últimos 20 anos dois políticos do Estado figuraram como ministros desta pasta, tão estratégica e importante para o país . Este ministério, como outros, tem sido usado como “moeda de troca” na politicagem da chamada “governança”. Já foi feudo do PFL/DEM, depois do PMDB, e com passagem

Alerta! Desastre socioambiental em Peruíbe/SP, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] A definição e construção de grandes obras, sem participação e controle social, virou sinônimo de corrupção, de destruição ambiental, de remoção forçada de populações (quase sempre dos pobres, de comunidades tradicionais). No Brasil de hoje, no Brasil real, os exemplos estão ai para demonstrar o quanto se desvia dinheiro para fins escusos em obras justificadas pelos governantes como de interesse público (?), essenciais ao “desenvolvimento” (de quem?), para a geração

Agências reguladoras criadas para beneficiar as empresas, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] As agências reguladoras foram criadas para fiscalizar a prestação de serviços públicos praticados pela iniciativa privada. Além de controlar a qualidade na prestação do serviço, estabelecendo regras para o setor. Ao longo do tempo foram completamente descaracterizadas de seus objetivos iniciais. Houve na verdade uma “captura” destas agências por parte das empresas. Dedicados quase 40 anos de minha vida profissional a temática Energia acompanhei de perto o “nascimento” destas agências, em

Argumentos mentirosos para privatizar a Eletrobras, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] A palavra privatizar é definida como: “realizar a aquisição ou incorporação de (empresa do setor público) por empresa privada”, “colocar sob o controle de empresa particular a gestão de (bem público)”. Foi anunciado recentemente pelo atual governo golpista (sem voto, sem credibilidade popular) a aceleração do processo de depredação e entrega do patrimônio público com um amplo programa de privatizações, que pretende transferir áreas de mineração e exploração de petróleo

Suape: Belo Monte esquecida, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] Um amigo sulista, ao conhecer mais detalhes das violações socioambientais ocorridas no território do Complexo Industrial Portuário de Suape (CIPS), cunhou a frase utilizada como titulo deste artigo. Sem dúvida a comparação entre as duas realidades destas megaobras tem tudo a ver. Refletem a crueldade, perversidade, destruição, truculência, barbaridade, improbidade, desumanidade , indignidade, crime; cometido contra as populações nativas/tradicionais e contra a natureza. O que deve ser ressaltado é o

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