Lançada a 3a. edição do livro ‘Geologia de Engenharia: Conceitos, Método e Prática’, do geólogo Álvaro Rodrigues dos Santos

Caros amigos, Com enorme satisfação comunico o lançamento da 3ª edição de meu livro “GEOLOGIA DE ENGENHARIA: CONCEITOS, MÉTODO E PRÁTICA” pela editora O Nome da Rosa, a mesma das duas edições anteriores. O livro aborda os aspectos conceituais e metodológicos da Geologia de Engenharia, reforçando a necessidade da observação de um método científico de trabalho pelo geólogo de engenharia no exercício de sua atividade profissional. Nesta terceira edição revisada e ampliada foram

Seriam mesmo exageradas as exigências ambientais? artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

    [EcoDebate] Vêm crescendo em número e intensidade as críticas e alegações sobre eventuais excessos nas exigências de cunho ambiental para a implantação de empreendimentos de médio e grande porte dos mais variados tipos. Adicionalmente, essas críticas também incidem sobre a lentidão e a exagerada burocracia com que esses processos são tratados no âmbito das diversas instâncias públicas normalmente envolvidas na análise documental pertinente aos processos abertos pelos empreendedores interessados. Essas críticas,

Sugestão de leitura: ‘CIDADES E GEOLOGIA’, do Geól. Álvaro Rodrigues dos Santos

  A P R E S E N T A Ç Ã O Além dos trágicos desastres associados a enchentes e deslizamentos, mais conhecidos por sua ampla repercussão jornalística, as cidades brasileiras arcam com vários outros graves e crônicos problemas decorrentes de erros técnicos cometidos em seu avanço sobre os terrenos naturais. Ocorrendo de uma forma mais difusa, mas não menos deletéria do ponto de vista econômico, social e ambiental, agregam-se às

Doria, Alckmin e as enchentes, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

    [EcoDebate] A cada nova eleição renovam-se as esperanças de que algo de mais efetivo vá ser feito no combate às enchentes que castigam a Bacia do Alto Tietê, o que vale dizer, a Região Metropolitana de São Paulo. Mas para que essa expectativa realmente se concretizasse seria essencial, como ponto de partida, que as novas autoridades definitivamente se convencessem do enorme fracasso da atual e velha estratégia de combate às

Habitação Popular, Cidades e Geologia, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

    [EcoDebate] De uma forma geral e comum os Programas de Habitação articulados e implementados pelo poder público, especialmente o municipal e o estadual, expõem uma enorme insuficiência na consideração de algumas questões de fundo essenciais para a sua correta concepção. A seguir são explicitadas três dessas questões de fundo, que entendemos como indispensáveis premissas orientadoras para a concepção e execução de Programas Habitacionais e que se relacionam a aspectos intimamente

Deslizamentos e enchentes: culpar as chuvas mais uma vez? artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

    A cada novo período chuvoso voltam às manchetes as mortes e sinistros associados a deslizamentos de encostas e enchentes. Tragédias insistentemente anunciadas, mas anualmente recorrentes dado ao descompromisso com que a administração pública em seus três níveis tem lidado com a questão. Todos estão fartos de saber que esses fenômenos decorrem diretamente das formas equivocadas com que se expandem nossas cidades, impermeabilizando seus territórios, canalizando e retificando seus rios, ocupando terrenos,

As nascentes no Código Florestal: Uma proposta para a boa solução do ‘IMBRÓGLIO’ criado, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

[EcoDebate] Já em sua versão anterior (1965), e persistindo em sua atual versão (2012), o Código Florestal tem sido pródigo na geração de intrincados conflitos técnicos e jurídicos decorrentes dos diferentes entendimentos e tratamentos sugeridos por suas disposições sobre as nascentes. Como parte dessa interminável novela discute-se hoje na Câmara de Deputados um Projeto de Lei que altera o atual Código retornando a obrigatoriedade de delimitação de APPs – Áreas

O significado da fiscalização em obras de engenharia, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

    Uma considerável seqüência de acidentes em obras de engenharia, seqüência pontuada pelo recente rompimento da barragem da Samarco em Mariana – MG, tem trazido à tona e revelado um alto grau de confusões conceituais sobre o papel da fiscalização técnica promovida por órgãos de governo em empreendimentos de engenharia privados e públicos. Essas confusões conceituais estão inclusive propiciando o surgimento de rituais jurídicos em que, basicamente, proprietários de obras acidentadas astuciosamente

Oração ao peão soterrado, por Álvaro Rodrigues dos Santos

    Desculpem-nos Severinos, Raimundos, Josés e Edmilsons. Desculpem-nos por matá-los e aleijá-los aos magotes nas valas, galerias, muros e taludes que lhes soterram todos os santos dias. Desculpem-nos por recebê-los das mãos criminosas das “Gatas” que os contratam por míseros salários, escoimando seus direitos trabalhistas e os alugando como animais às empreiteiras da vida. Desculpem-nos por espalhá-los como cargas quaisquer pelas obras que se instalam por todos os cantos desse sul-sudeste encantado que

O Código de Mineração, a tragédia da Samarco e os geólogos brasileiros, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

    A revelação dos esquemas de corrupção na Petrobrás com participação ostensiva de funcionários de carreira, o conturbado e sinuoso desencaminhamento da discussão sobre o novo Código de Mineração, o desastroso rompimento da barragem de rejeitos da Samarco, a revelação pública do estado de insolvência do DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral e outros organismos públicos de regulação e fiscalização, a multiplicação de acidentes e instalação de áreas de risco

Rompimento da barragem de rejeitos da Samarco em Mariana: além de tudo, um clássico exemplo de irresponsabilidade na gestão de riscos, por Álvaro Rodrigues dos Santos

    Não resta dúvida da determinante participação de inaceitáveis descuidos com fatores de ordem hidráulica e geotécnica entre as causas essenciais do rompimento de duas barragens de rejeito da SAMARCO (Vale + BHP Billiton) no município de Mariana – MG, e que vai tragicamente se consagrando como uma dos mais graves e letais desastres em obras da engenharia brasileira. No entanto, há um fator importantíssimo que não vem sendo considerado, que se

Civilizatoriamente, o mundo andou para trás, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

    Tudo faz crer que estamos enfrentando algo muito mais grave que uma circunstancial crise econômica, política ou ética. Não se faz necessário desfiar e historiar exemplos, que estão aí de roldão, seja nas decorrências políticas e sociais da crise econômica global, seja nos horrores das guerras locais e suas associadas ondas de vítimas e refugiados, seja na radicalização ideológica das disputas políticas internas, seja, incrível, no próprio retorno do risco de

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